Andrius

Depoimentos

Cléber

Quando conheci o Andrius pessoalmente (digo “pessoalmente” porque já havia ouvido a Nataly, sua irmã, falar sobre ele) ele era (acredite) menor do que eu. Nos conhecemos no retiro em que ele foi batizado.
Passamos um bom tempo sem nos falar, até que, um dia, a Nataly aparece no MSN e, entre outras coisas, me diz: “você curte White Cross, né? O Bam também. Isso e um tal de Antestor”. Então ela disse que ele gostaria de formar uma banda e eu disse que eu também. Peguei o MSN dele e já começamos a conversar a respeito.
A princípio eu não botava muita fé no projeto de banda. O Andrius disse que tocava “mais ou menos” (um exagero de modéstia dispensável) e eu sabia que era bem mediano na guitarra (na época eu era bem mais mediano e menos semi-decente do que hoje). Mas, já no primeiro ensaio, conseguimos algum material bacana e já senti que tínhamos futuro juntos (Andrius, Ricardo e eu).
O Andrius tem uma característica que eu gosto num baterista: ele se guia pela guitarra. Até então eu só havia visto um baterista com quem eu me desse bem (musicalmente falando), que era o meu primo, Júnior. Como sou eu o responsável pelas letras e pelo esboço geral das músicas, é muito bom poder trabalhar com alguém que pega rápido o que você quer dizer.

Ricardo

O Andrius congregou um tempo comigo na mesma igreja e já fazia parte do louvor também. Posso dizer que evoluímos juntos em termos musicais. É um jovem muito talentoso e responsável, dono de um feeling muito preciso e forte.

“As pegadas fortes e fracas na batera e grooves bem coesos são elementos que fazem uma música profunda e empolgante.”

Equipamento

(Setup em construção)

Bateria: Rmv street (Standard)

Pratos:

Hi-hat: splash 12” Orion rage bass (top)

splash 12” Orion solo pro master (botton)

Ataque: Orion rage bass dark crash 17”

Orion Mainstream splash 10”

Pratos todos liga B8

Comentários:

Os splash’s como hi-hat, embora leves, sem um som que preencha muito, me deram bons resultados, e indico como uma boa opção no caso da falta de grana.

A nova linha “mainstream” da Orion fez surgir desta marca nacional pratos top’s de linha q pudessem oferecer resultados ótimos para bateristas de diversos estilos, abrangendo desde o Rock até o popular. (INDICO!!)

O dark crash 17” rage bass e simplesmente “animal”, para músicos do gênero Rock ele é quase indispensável (claro que não exatamente o 17”, mas qualquer da linha dark rage bass).

A batera Rmv street (standard) é uma boa opção para baterista iniciantes ou com uma certa prática, pois após alguns “upgrades” (como peles, algumas ferragens que não agüentam grandes pratos, e o pedal de bumbo que não é muito bom) ela já se torna uma batera pronta para práticas ao vivo se expressando bem.

Quanto as baquetas ainda estou em fase de experimentação, embora já esteja decidido pela marca liverpool, só restando decidir tamanho, espessura, tamanho, palanço, balanceamento, etc.

Melhores Marcas

Os bateristas hoje têm uma grande variedade de produtos no mercado, embora não sei se isso é bom, pelas qualidades, variedades e tudo mais; ou se ruim, pois na hora da escolha parecemos crianças em lojas de brinquedos, fora que esses nossos “brinquedinhos” não são nada baratos.

Mas, quase que por afinidade, tenho essas seguintes marcas como preferidas:

● Ludwig

● Mapex

● Rmv

Os Caras

Fernando Schaeffer: Ex-baterista da banda de hardcore cristão Rodox, hoje atualmente na Endrah. Totalmente hardcore-metal, viradas e quebradas quase impossíveis de se executar igualmente. “Simplesmente brutal!!”

Andreas Johansson: baterista da banda de metal-melódico Narnia. Pegadas marcantes, com viradas e levadas super evidentes, toca sem deixar parecer tudo meio igual sabe, isto, acho eu, devido ao seu filling. Este é um grande exemplo do que eu acho um bom baterista, que faz uma música profunda e empolgante.

Binho Batera: baterista do ministério Filemom. Através de uma metodologia didática, frisando sempre que “grandes bateristas” ou simplesmente “marcas” dos mesmos, não formam outros grandes bateristas, mas normalmente formam discípulos pacatos. Um bom professor, ou porque não dizer mestre, deve valorizar os estudos e dar total importância a formação do estilo próprio de seu aluno.

Bandas preferidas

Impelliteri – Heavy Metal

Antestor – Un-Black

Underoath – Hardcore

Rodox – hardcore, Punkrock

Narnia – Metal Melódico

White Cross – White Metal

Seven Angels – Heavy Metal

Amos – Heavy Metal

E Claro:

“Lazarus” – Metal

Agradeço aqui a dois líderes meus, ou mestres musicais:

Marlon Carvalho;

Everson Ligoski.

Mas é isso galera…

“Long live the King”

Andrius Felipe

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